quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

CML, uma Ópera Bufa

Eu gosto de assistir a uma boa peça de teatro, com bons actores, talentosos, conhecidos ou desconhecidos ...

Gosto de ser surpreendido, de dar uma boa e sonora gargalhada, de dar voltas na cadeira, não de tédio, mas devido ao peso e tensão da cena ...

Mas na verdade é raro ir ao teatro, culpa minha e de facto não tenho desculpas ...

Na passada terça feira, recebi uns convites e lá fui ..., fui ao teatro ... à estreia de uma peça muito esperada.

Teve enorme divulgação em todos os orgãos de comunicação social, com críticas, apontamentos, análises e notas de rodapé.

Nos empregos não se falava de outra coisa ... e eu ... lá fui... não podia perder a peça, era peça única, era a estreia e ponto final. Não voltaria aos palcos tão cedo.

Estou a falar de ....

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* Não Há Mal Que Não Possa Servir ou Ser Útil a Alguém *
Romain Rolland

Ou

*** Nas Coxias de Um Acordo ***

Local: Coliseu de Roma, 14 – P

Prólogo

“Encontramo-nos em pleno Theatru Municipale onde os senadores discutem a viabilidade de contrair um empréstimo volumoso de 500.000.000 de moedas à Creditus Institutione.

... mas algo corre mal no Imperiu ...
Existem alguns que resolvem fazer birrinha e andam todos vestidos em tons laranja demodé ...

I ACTU

- Se os Naranjus fazem birra .... eu também faço! - apregoa por entre alas o Maioral Cor-de-Rosinha

- Ou dão-me as moedas para eu governar Lissabona ou vou-me embora ... para não mais voltar !!!!
Não suporto mais os lamentos e ameaços dos Barbarus (nr patos bravos) ... irra!

... e lá ia ele todo indignado ....


Logo ... logo juntaram-se ao côro de lamentos dos Cor-de-Rosinhas os Vermiculus.

De foice e martelo em riste os Vermiculus vociferavam palavras de ordem ...

- Queremos as moedas para Lissabona!!!!
- Os Naranjus são os únicos responsáveis pelo caos na Operarie Lissabona ....

Do alto da sua sapiência, caminhava pelas coxias o altivo Senador Khawyar Vermiculus. Este não se envolvia com o movimento operário dos seus camaradas Vermiculus, porque entendia não ser um simples Vermiculus.

Era apenas temido por alguns e conhecido por ser o Senador do Contra porque estava sempre contra tudo e contra todos e adorava aparecer, no seu estilo blasé de cultura do colarinho alto.

A força Khawyar Vermiculus já havia abalado os tuneis de Lissabona, beliscado o sossego de outros Senadores e descoberto segredos nos subterrâneos da Civitate.

Surpreendentemente ficou ao lado do Maioral.


Por estas paragens e nestes tempos, não era habitual encontrarmos movimentos MultiColores ou seja, movimentos compostos por Politicus que por diferentes razões não tiveram lugar nos grémios tradicionais.

Lissabona era por isso uma Civitate diferente.

Lissabona Cantata” era o movimento do antigo Maioral da Polis.
Dizem os escritos que faltou-lhe pulso e que foi mestre do disfarce, de dar o dito pelo não dito e pela arte do desdizer.
Cansou e desesperou os Naranjus e desenvolveu a arte do caos politicus.
Criou aliança com os Cor-de-Rosinha e aconchegou-se no seu canto.

Populus in Lissabona” foi um outro movimento, sofrido e ingénuo.
Nasceu dos amuos da sua Senadora com o Magistru Socrates.
Sempre de discurso arquitectónico , naífe e grisalho, os laços emocionais falaram mais alto e também se juntou ao Maioral.

Todos estavam com os Cor-de-Rosinha menos aqueles que eram mesmo ... mesmo necessários – Os Naranjus.

No fundo .... no fundo, e apesar de tantos apoios, o Maior Rosa sentia um desconforto orgânico que procura disfarçar.
Estava preocupado e não seguro de si e dos resultados futuros.
Havia sido ele, em tempos pouco remotos que publicamente na Sociale Lissabona e a Bem do Imperiu a decidir não mais autorizar as Civitates a realizar pedidos de moedas a Creditus Institutiones.

Mas a verdade é que .... Quem gasta mais do que tem, a pedir vem. E lá estava ele a pedir.

II ACTU

Entre paredes de pedra de salas fumaradas e nos paços exteriores frios e sob penumbra de nevoeiros fartos ... encontravam-se os Naranjus em acessos murmurares.

Sintam o ambiente .... um conjunto de grandes e pequenos senadores com vontade de gritar, espernear e dizer gravemente o que sentem ... mas com ordens para fazerem pouco barulho porque os Cor-de-Rosinhas podiam ouvir.

Mas afinal ... qual era o tema destes sussuros nervosos ? De que falavam eles?

- Havemos de negociar o tal empréstimo das moedas? - questionava um.
- O Maioral Rosa diz que se vai embora para nunca mais voltar se não lhe derem as moedas que ele quer .... ora ... a idéia até não é má de todo ... - ruminava o antigo candidatu a Maioral Liberale Civitate.

Mas ..., e nestas histórias existe sempre um Mas ....

- mas, ... se provocar o novo caos politicus vão todos dizer que sou culpado e irresponsável. E será isso que os escribas vão compor. Ficarei conhecido na história por Naranjus Casta de Uva – O Foedu.
E isso eu não quero !!!
e reuniu o seu exército ...

- Condiscípulos Naranjus, como gesto de boa vontade vamos apresentar uma contra moção.
Em vez de 500.000.000 de moedas a nossa proposta vai para 380.000.000 de moedas. E não há mais ditos !!!!
- disse ele seguramente.

Os Naranjus entraram em clara agitação ....
Então depois de tudo o que haviam dito e declamado contra o pedido de uma moeda que fosse à Creditus iriam agora recuar?!
E logo por um motivo pouco digno que na época era expressado por “Certificar o Tacho”.

Dada a ordem de “Convocare-Senatore”, os Naranjus e os Cor-de-Rosinha, à porta fechada, procuraram selar o acordo de compromisso.

Vamos então situarmos nesse famoso encontro ...

- Senador Rosa, a nossa proposta tem o valor de 380.000.000 de moedas! - apresenta Naranjus Casta de Uva ...

o Maioral reflete ...
- Ora 380.000.000 de moedas vezes 0,8% referente à taxa sobre os casebres do populus, mais as fugas normais e as quebras de 32% nos refectus culinarius ... vezes 3 são 9 e vai 1 ... bem ... é fazer a conta ...
Perante este cálculo só podemos ir até aos 400.000.000 de moedas porque também temos de contar com o nosso contributo para as instituições de piedade e de caridade das senhoras descalças e por estamos no periodo de Natal e a seguir vem a Páscoa.

E foi assim ... pelo método matemático que se chegou ao tão conhecido número.

Coube a Dominicus Antianu a responsabilidade de forma grave, num tom pesaroso e preocupado ... participar a nova vontade dos Naranjus.

Sempre com base num forte sentido de responsabilidade e justificado pela apurada e cuidada análise financeira sobre o estado das finanças da Civitate Imperiu.

Logo os olhares e as luces voltaram-se para o Maioral Rosa que veio a púlpito dar a anuência face à nova oferta.

E com pose ministrial deixou palavras soltas sobre a desordem e ausência de estratégia cultivada pelos Naranjus.
_____
A peça terminou ... o público saiu à espera de mais ... para mim a comédia até foi interessante mas ... e adaptando uma expressão do meu amigo Jorge Palma ...

“A Câmara Municipal de Lisboa parece uma ópera bufa ... está tristemente cómica”.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Carta a António Costa


Que garantia nos dá o Presidente António costa de que o empréstimo de 500 milhões de euros que pede, é apenas destinado ao pagamento de fornecedores aflitos e para equilíbrio de tesouraria?

Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,


... é mais difícil governar tostões do que governar milhões!

Mas quem sabe governar tostões, sabe com toda a certeza gerir alguns milhões. O contrário já não é verdade.

Estará o Senhor Presidente habilitado a gerir uma conta tão choruda?

Eu acredito que sim ... muito sinceramente acredito na sua competência, honestidade e boa fé.

Mas eu não acredito na competência e seriedade da sua côrte.

Podemos ter um Homem Bom que ser torna apenas razoável, podendo caminhar para o mau devido à sua fraca equipa em termos de valores éticos.

Não falo da sua equipa vísivel, dos Vereadores que convidou, por conhecer as suas competências, dos confidentes, daqueles que estão mesmo consigo.

Falo das criaturas que povoam os corredores, os salões, os célebres refeitórios ... falo de alguns doutores e engenheiros, de arquitectos e fiscais, de maçons e opus.

Falo daqueles que estão, ... que aparecem ou que andam por aí ..., nos Paços do Concelho, na Rua do Ouro, no Campo Grande, nas empresas municipais e sociedades de reabilitação, nos Bairros Históricos e Sociais.

São esses que contribuem negativamente para a Saúde de Lisboa.

Devemos desde sempre cultivar o conceito de “ter sempre o nosso nome limpo, sermos dignos e confiáveis”. A nossa Câmara não está assim. Sabemos que não é digna de ter o nome Lisboa. Tem dívidas aqui ... e ali .... e mais além ...
Pediu trabalhos e não os pagou.

Sabemos que muitos dos trabalhos pedidos por Lisboa foram aceites por valores muito inflaccionados, valores que o mercado normal oferecia por números mais simpáticos.

Sabemos que muitos dos trabalhos pedidos em nome de Lisboa e que agora participam na dívida, não eram necessários, ... não foram pensados ou foram facturados e não executados.

Sabemos também que muitos dos célebres fornecedores aos quais a Câmara tem dívida não têm os mesmos Valores que o Senhor Presidente procura de novo enraízar.

São fornecedores pouco sérios, que entraram na Câmara e nas suas empresas filiais através das “amizades”, por processos menos claros e que aproveitam a situação de desnorte interno para simplesmente ... facturarem.

Tem o Senhor Presidente a certeza que todos são merecedores de tal pagamento urgente?

Tem o Senhor Presidente consigo os Critérios de Qualidade de Serviços Prestados pelos Fornecedores a Lisboa?

... ou tem apenas um papel com um quadro de valores a dizer ... “Pague-se.” ou “Proponho Pagamento” .... ou ... “Solicita-se Pagamento” ou “Rectifica-se o Pedido de Pagamento” ... ou .... ou ...

Analisar cada fornecedor ao qual a Câmara possui dívida é uma medida sensata Senhor Presidente.

Canso-me de ouvir os Politicopatas a debitarem reflexões em foruns e em jornais sobre o tema “as dívidas da CML” sem nunca abordarem de forma simples e curta

Como se chegou a este valor ...

Onde e como foi a má gestão ...
Grau de gravidade e consequências ...
Quem são os responsáveis ...
Quais as medidas correctivas e preventivas aplicadas ou a aplicar ....
Quais as penalizações a adoptar aos responsáveis ...

Na verdade Senhor Presidente, todos eles gostam de estar junto do Poder. É bom e sabe bem independentemente da cor partidária.

Na verdade acredito em si, Senhor Presidente, mas sem uma política de responsabilização de má gestão, a exemplo dos países do Primeiro Mundo, continuaremos com sérias dúvidas quanto ao sucesso dos seus nobres objectivos.

Discordo do empréstimo de 500 milhões de euros porque acredito que “as moedas” vão passar por entre os dedos como areia, a exemplo dos Fundos Comunitários.

Quando esta epopeia terminar estará Lisboa tão ou mais endividada.

Só espero não ver em hasta pública o Edifício dos Paços do Concelho.

A Bem da Nação

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Breves Reflexões Sobre ... A GREVE


Hoje comemora-se mais um dia de Greve da Administração Pública, hoje, 6ª feira dia 30 de Novembro de 2007. Notem bem – 6ª feira.
Mas porquê comemorar o dia? E logo a Administração ... logo esta alta instância que deveria dar o exemplo a todos os funcionários públicos ou ... como está na moda “colaboradores públicos “.

Penso que toda a Administração saudável e séria deve ouvir, analisar e reflectir sobre os problemas da entidade que administra, agora participar em actividades grevistas, com reivindicações e protestos, bandeirinhas vermelhas e pretas e gaitinhas a tocar ... não me parece bem.
...

E se no meio de toda esta tensão social os Arrumadores de Automóveis fizessem Greve ... ?

Seria o verdadeiro caos nos principais centros populacionais e turísticos.

Os seus resultados seriam bem mais marcantes que a última Greve dos Porteiros de Discotecas e Bares de Lisboa, Porto e respectivos arredores.

...

Por questões editoriais somos obrigados a interromper “Reflexões Sobre A Greve”.

O espaço seguinte é da Exclusiva Responsabilidade das Entidades Intervenientes

*APAA – ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS ARRUMADORES DE AUTOMÓVEIS*

Camarada Arrumador,

A APAA é uma Associação de cariz puramente Social, Económico e também, em dias alternados Farmaco-Químico, que zela pelos interesses de TODOS os Arrumadores de Portugal Continental e Ilhas.

Se Gostas de andar por aí,
Muita moreno e ca barba por fazer ...

Se Gostas de andar por aí,
Com o Destak e a mãozinha a dar-a-dar...

Se Gostas de andar por aí,
Com vestes confortáveis e sem horários fixos....

Vem !!!!
Junta-te a nós...
Junta-te à APAA com coragem e com vigor.


VEM ARRUMAR CONNOSCO !!!

APAA – Para o Estacionamento Dignificante da sua Viatura
...
A Bem da Nação e para a nossa saúde mental e como hoje é 6ª feira - dia de Greve,

Um Bom Fim de Semana!!!!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Ciúmeira UE / África

É tudo uma questão e ciúminhos bôbos ... uns porque não sabem ou não são os primeiros a saber ..., outros porque querem mas podem perder o protagonismo ... e alguns porque gostam de dizer frases que possam abrir os noticiários da Rádio Televisão de Portugal – África.
Falo-vos da Cimeira UE/África II, promovida pela Presidência Portuguesa da União Europeia.

Realiza-se a 08 e 09 de Dezembro e corre o risco da sua importância ser ofuscada por “fait divers”, birrinhas e amuos por anticipação.
Ainda na fase de promoção do evento, podemos já destacar algumas das personagens secundárias ... que querem ser principais mas ... são secundárias ...

Luis Amado (Papel: Aquele que convida e desconvida conforme os interesses)

“Luis Amado reitera o desejo de que o presidente do Zimbabué não se desloque à Cimeira UE/África.”

Então ... porque o convidou?
Só para parecer bem? .... Para se sentir democrático? ... Para dizer “eu sou um rapaz sensato”?
Amado dá ares a ...

1ª Etapa: Vá filhinha ... para a bôda temos de convidar a tua tia Gestrudes. Sei que o raio da velha tem um feitio dos diabos mas pode-nos calhar alguma coisa na herança... Tás a vêr ou não ?!

2ª Etapa: Irra ... o tio Apolinário não se dá com o raio da velha Gestrudes. Mas o tio Apolinário tem mais carcanhol e ainda lhe posso pôr uma cunha para trabalhar nos serviços municipalizados de Vilar de Andorinho. Esta cabeça não pára!!!!

3ª Etapa: Ò tia Gestrudes, a tia não acha melhor ficar aqui, descansadinha em Perdigoto de Ansiães em vez de ir passar frio lá para a bôda. A minha Tininha depois vem cá apresentar-lhe o esposo. Tá a vêr ou não ?!

João Gomes Cravinho (Papel: Secretário de Estado de NE – o que não sabe de nada em termos oficiais)

Mas afinal para que serve um Secretário?
- Não sabe se Mugabe vem à Cimeira.
- Não sabe se Brown não vem à Cimeira
(tudo isto em termos oficiais)

A minha secretária Isilda de Sousa sabe sempre tudo, quer em termos oficiais que não oficiais ... perigosíssima.


Gordon Brown (Papel: pronto amuei ... se o Robert vai, eu não vou)

Mugabe não serve os interesses económicos da Corôa Britânica (versão não oficial) e, num segundo plano, viola os direitos humanos e cívicos do seu povo (versão oficial).

E se formos a ver, ainda é um Brown verdinho neste seu novo posto, precisa de protagonismo.

“Não vou e vão todos sentir a minha falta!”.

Robert Mugabe (Papel: o cerne do Problema)

Mugabe é o tipo de personagem que vai só para estagar a festa. É a chamada “ovelha negra” da Cimeira isto, sem desprimor para os restantes representantes do velho Continente Africano.

... E se Mugabe não aparecer ?

Imaginem que no último instante resolve ir para um grande banquete depois de uma vigoroza caçada nas vastas planícies africanas, com os seus amigos belgas, franceses e ingleses, que exploram com o estado local, actividades da cultura do tabaco, recolha de minério e transação de armas.

Bem ... e a Bem da Nação, é melhor ficarmos sossegadinhos, se não soubermos nada em termos oficiais ... não sabemos, se querem vir venham, se não querem ... não venham!

A Cimeira é nossa ... Mesmo que seja foco de grandes Ciúmeiras por esse mundo fora.

A Bem da Nação

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Zoo Politicus

«Eu tenho uma grande admiração e respeito pelo primeiro-ministro, José Sócrates, e pelo seu empenho em alcançar o sucesso do plano tecnológico. Ele é um trabalhador incansável, tem sido um bulldog a trabalhar para alcançar os seus objectivos», refere Aldref Hoffman ao Jornal de Negócios.


Admiro sem dúvida a espécie política , vulgo Homo Politicus, pela sua forma de estar na vida, em associar-se ou comparar-se a objectos, a cores, a crenças ou ... a Animais.

Não vejo mal algum em o Homo Politicus ser comparado a outras espécies mas ... e alguém indagou junto da outra parte se ela se importa?

Pois ... calculo que todos se tenham esquecido.

Imaginem também que o nosso Homo Politicus é comparado a uma espécie menos nobre tipo ... alforreca, .... piriquito ... faneca, ... burrié ... e assim por diante ...

“Sócrates é um Burrié!”

Legitimamente ficariamos preocupados, ofendidos e com um sentimento que tinhamos sido enganados.

- Mas afinal eu votei num Bulldog e agora sai-me um Burrié?!!!
Que história é esta ?
Hum?!?!
Andam a enganar o povo ou quê!!!!

Bem ..., mas como podemos constatar em todos os manuais escolares, a prática do processo comparativo do Homo Politicus com outras espécies já vem de longe.

Pela passadeira da Politica já passou um Burro em Matosinhos, Um Peixe de Àguas Profundas ( espécie a apurar) pela Assembleia e um Cherne que foi exportado para Bruxelas, local onde é muito apreciado.

Ponto de honra é classificar o Homo Politicus Vetusto de Dinossauro Político.

Mas deixemos o nosso Primeiro Bull em paz, já lhe chegam as dores de cabeça que os restantes residentes do Zoo de S. Bento lhe trazem.

A Bem da Nação